Ai esta. Vejam.
Algumas das obras da artista russa (de Leningrado)
                                             Olga Suvorova (1966).















                                “ sua obra contém uma identidade estética que soa muito contemporânea (...) sua pintura sofre da influência da arte do período czarista, principalmente pelas temáticas sacras e pela retratação de uma realeza medieval. Sua obra é rica em detalhes expressivos, cores vibrantes e um toque de realismo, que dá o tom peculiar ao seu trabalho, que também utiliza da variedade étnica de seu país para compor a sua narrativa apoteótica.” (http://www.blckdmnds.com/a-arte-apoteorica-de-olga-suvorova/).

Tenham, também, o prazer de ver suas criações.
































                                            pensativa...

(foto: Josef Ehm)


“ E tu, imagem,
Ilusão de mulher, querido sonho,
Na hora derradeira, vem sentar-te,
Pensativa e saudosa no meu leito!
O que sofres? que dor desconhecida
Inunda de palor teu rosto virgem?
Por que tu’alma dobra taciturna,
Como um lírio a um bafo d’infortúnio?
Por que tão melancólica suspiras? ”

                                                   Alvares de Azevedo* (1831-1852).


*: Escritor, contista e poeta brasileiro de São Paulo.












                                      ● Imagens do Ler. 

(Ralf Heynen (1978). Pintor holandês).













● A Arte fotográfica de ... Flor Garduño (1957).













" evoca mitos antigos e rituais indígenas com
um toque surrealista.
Ela comemora todos os seus súditos (...)
que consagra com uma suntuosidade luminosa ".
(Publishers Weekly, 2002).

A fotografia enigmática em preto e branco.
Caracteriza o trabalho desta artista mexicana.
Que vive e trabalha em Tepoztlán.
Notada pelo uso equilibrado da luz e da sombra.
Suas imagens refletem uma forma de arte surreal.
Magicas. Emoção.  
Compartilha-se com vocês alguma de suas criações.













































Visite seu site: http://florgarduno.com/














O que eu sei?

                                                                                   (Millôr)


                                        “ Um especialista diz que a educação deve servir não para acumular conhecimentos, mas para melhorar o mundo. Eu faço parte de uma categoria de pessoas que tem vivido para acumular conhecimentos e para sonhar com um mundo melhor.
Desanimo quando vejo o conhecimento aumentar e o mundo permanecer o mesmo ou até piorar.
De repente, olhei para cima e uma visão majestosa me fez pensar: o que eu sei?
Claro que sei muito pouco.
Esse pouco que eu sei, no entanto, pode ser muito em relação a pessoas que não tiveram e não terão oportunidade de conhecer mais.
O Brasil continua a ser o país da ignorância programada.
O importante, contudo, não é o que sei, mas o que eu não sei.
O que eu sei?
Sei que Pedro Alvarez Cabral não foi o primeiro europeu a pisar no Brasil.
Sei que Dona Maria era louca.
Sei que César atravessou o Rubicão.
Sei que José do Patrocínio foi o maior jornalista brasileiro de todos os tempos e que Garrincha foi o herói da Copa do Mundo de 1962.
Eu sei estes versos do grande peruano Cesar Vallejo:  “Hay golpes en la vida, tan fuertes… ¡Yo no sé!”.
Ainda sei o valor do Pi e a fórmula de Bhaskara.
Sei que em qualquer triângulo retângulo o quadrado do comprimento da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos comprimentos dos catetos.
Sei que a melhor defesa pode ser o ataque e que Capitu não traiu.
Sei que os quadros de Claude Monet me tocam tanto quanto certos poemas de Charles Baudelaire.
Sei que minha vida se enche de sentidos quando te aproximas e que minha alma padece quando te sente distante.
Sei que meu olhar te segue na rua ou mesmo em casa quando regas as plantas e isso me enchem de uma súbita e incomensurável alegria que me renova a vontade de ser eterno. Sei que Sócrates teria dito esta sábia frase: “Só sei que nada sei”.
Sei que me comovo com certos crepúsculos e que me levanto às vezes para comemorar o alvorecer enchendo os pulmões de brisa e os olhos de luz.
Sei que O IDH dos negros no Brasil é inferior ao dos brancos.
Sei que mal dissimulamos nosso racismo e nossa homofobia.
Sei que me sinto como todos tão pequenos diante do universo e tão grande quando sonho que me transformo em borboleta e voo até me findar.
Sei ler números romanos, sei quem foram os gregos clássicos e os invasores bárbaros da Europa, sei quem eram os incas, os maias e os astecas.
Sei quem foram Dom Quixote, Jean Valjean e Policarpo Quaresma.
Sei que os negros foram traídos em Porongos.
Nem tudo o que sei é o mesmo que outros sabem. Sei que há controvérsias.
Sei que me demoro olhando o horizonte em busco do meu Norte.
O que, porém, neste meu oceânico desconhecimento, descobri não saber quando, faz alguns dias, caminhando pelas ruas ensolaradas de Porto Alegre, ergui a cabeça para contemplar as árvores maravilhosa e precocemente floridas?
Descobri que sei coisas importantes e outras nem tanto.
Soube que eu não sei o essencial: não sei a diferença entre um jacarandá e um ipê.
Sei apenas que se expressam como primaveras impressionistas colorindo o cinza do concreto.


(Texto do sociólogo e escritor Juremir Machado
















● “Tô de olho em vocês!  … 

(Povo Kuna, Colômbia. Foto: B. Heger/ACNUR)

                                                                     que planeta vocês irão nos deixar?.










        ● Imagens do Ler.


        (Foto: Henri Cartier-Bresson. Moscou, 1954).













       ● Imagens... Vintage.
































                                                                        Detalhes...


Eu e essa minha mania de reparar nos detalhes
 mínimos e encontrar coisas inesperadas.”


                                                         (Caio Fernando Abreu).













                                                          ● Imagens do Ler. 














● A Arte... e a rua.

A Arte de Millo. Como é conhecido.
O artista italiano Francesco Camillo Giorgino.
Pintor de murais pelas cidades do mundo.
Cheios de delicadeza.
Criando um universo infantil. Cheios de poesia.
Visite seu site ►http://www.millo.biz/.

Veja. Algumas de suas criações.











































































● A Arte fotográfica de ... Carla van de Puttelaar (1967).

                                                       Vejam alguma das criações desta holandesa (de Zaandam) especializada em fotografia de retratos. Em especial retratos nus. Para alcançar estes efeitos com uma bela mistura de cor e luz ela vem utilizando filmes e não os instrumentos de digitalização. É o que informam. Não importam os caminhos. Importa o belo resultado. Sensível. Os detalhes do tom de pele. Cada pedaço do corpo.

As criações de Carla, aqui compartilhadas, são inspiradas nas obras do notável Rembrandt (1606-1669) que sempre surpreendeu pelo domínio da luz e da sombra em suas composições. Ousadas. Envolventes. Um prazer ver estas obras. Tenham, também, a mesma emoção. 

























A criação genial de ... Richard Tuschman (1956).
Andando pelos becos da internet descobriu-se este fotógrafo estadunidense de Nova Iorque, onde vive e trabalha. Pelo que dizem na internet. Ele começou a produzir suas obras com imagem digital na década de noventa. Desenvolveu um estilo que reúne a fotografia, a pintura, a colagem e o design gráfico, Inegável sua atração pelo estilo de Edward Hopper. Uma feliz atração. Como este. Suas criações são cheias de mistérios e complexidades da vida humana. Enfim ... Cheias de poesia. Prazeroso compartilhar com vocês algumas das criações do Tuschman.








Visite seu site:  www.richardtuschman.com











A arte do escocês (de Edimburgo) Leon Morrocco (1942).
























































































                                                                    ('seu estúdio')



Mais sobre o artista visite ► http://www.jmlondon.com/artists/leon-morrocco/











       ● A Arte…  e a feira.

                                                     (Konya, Turquia. Foto: Mustafa Seven ).