● Uma visão de Arte... e a rua.


(Criação: Mantra. Ambato, Equador).












     ● Uma visão de Arte... Uma porta.

                                     (Tylisos, Creta. Grécia.)












         ● Uma visão de Arte... Uma janela.


                                                 (Antígua, Guatemala).















● “Tô de olho em vocês!  … 

(Campo de Refugiados Kutupalong,Bengladesh.Foto:Tauseef Mustafa/AFP)


                                                                          que planeta vocês irão nos deixar?.










As entrevistas de  ...  Valter da Rosa Borges.


                                                                                      “A imaginação é a memória
                                                                                                                             que enlouqueceu.” 


 "
Andando-se ao léu.
Pelos atalhos e vielas do mundo ‘internetiano’.
Eis que aparece o site de Valter da Rosa Borges (1934).
Um brasileiro que teve o privilégio de ter nascido
no bairro histórico de São José (Recife, Pernambuco).
Quer saber mais sobre ele visitem:
É muita sabedoria e criatividade.
Ele vai criando entrevistas fictícias com celebridades mundiais.
Com o tempo “O Jurubeba Cultural” abrirá espaço
Para mostrar mais algumas destas entrevistas.
Agora.
Leiam a entrevista (fictícia)* dele com Mário Quintana (1906-1994).
Se você não sabe quem é este genial brasileiro.
Vá, também, andar pelas vielas da internet. Para conhecê-lo.



Valter: -Mário (...).o que é a poesia?
Quintana: -A Poesia é a invenção da Verdade. A beleza de um verso não está no que diz, mas no poder encantatório das palavras que diz: um verso é uma fórmula mágica.
A poesia é um sintoma do sobrenatural. Só a poesia possui as coisas vivas. O resto é necropsia.

Valter: -Há leitores que, ao lerem um poema, querem saber a sua interpretação.
Quintana: -Mas para que interpretar um poema? Um poema já é uma interpretação.

Valter: -Qual a sua opinião sobre a influência de um escritor sobre outro?
Quintana: -O que chamam de influência poética é apenas confluência. Já li poetas de renome universal e, mais grave ainda, de renome nacional e que, no entanto me deixaram indiferente. De quem é a culpa? De ninguém. É que não eram da minha família.

Valter: -A imaginação é uma característica dos romancistas e dos poetas. O que é a imaginação?
Quintana: -A imaginação é a memória que enlouqueceu. (grifo nosso).

Valter: -Qual é sua filosofia de vida?
Quintana: -A gente deve atravessar a vida como quem está gazeando a escola e não como quem vai para a escola. Uma vida não basta apenas ser vivida: também precisa ser sonhada.

Valter: -Autores, como Domenico de Masi , fazem apologia do ócio, inclusive como fonte de criatividade.
Quintana: -A preguiça é a mãe do progresso. Se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não teria inventado a roda. O que prejudica a minha preguiça prejudica o meu trabalho.

Valter: -Temos respostas confiáveis para a Vida? Ou só podemos perguntar?
Quintana: -Quase tudo neste mundo são perguntas e as respostas são quase sempre reticências...

Valter: -A idéia do destino sempre esteve presente na filosofia, na religião, na literatura. Na sua concepção,  o que é o destino?
Quintana: -O Destino é o acaso atacado de mania de grandeza.

Valter: -A morte é certa, mas o instante da morte é sempre incerto. E essa incerteza do instante do morrer, você o retrata belamente em uma de suas poesias.
Quintana: -Esta vida é uma estranha hospedaria, De onde se parte quase sempre às tontas, Pois nunca as nossas malas estão prontas, E a nossa conta nunca está em dia...

Valter: -A sobrevivência da alma após a morte do corpo é uma esperança da grande maioria das pessoas, porque acreditam no que dizem todas as religiões. O que é a alma para você?
Quintana: -A alma é essa coisa que nos pergunta se a alma existe. Meu Deus! Como será uma alma deste mundo?!

Valter: -Você tem medo de fantasmas?
Quintana: -O fantasma é um exibicionista  póstumo. Os fantasmas também sofrem de visões: somos nós...

Valter: -Karl Marx afirmou que a religião é o ópio do povo. Você concorda?
Quintana: -O ópio do povo é o trabalho. (...).

Valter: -O que é o tempo?
Quintana: -O tempo é a insônia da eternidade.

Valter: -O tempo sempre foi uma das grandes preocupações do ser humano. Os saudosistas dão um grande valor ao passado e fazem do presente uma janela de onde contemplam tudo o que foi e tudo o que foram.
Quintana: -O passado não reconhece o seu lugar: está sempre no presente.

Valter: -A maioria dos idosos sempre fala dos bons velhos tempos, por inadaptação aos costumes dos tempos atuais.
Quintana: -Mas os tempos são sempre bons, a gente é que não presta mais.

Valter: -Cada fase do tempo tem seus próprios sentimentos, e todos eles sempre são vividos no presente.
Quintana: -Essas duas tresloucadas, a Saudade e a Esperança, vivem ambas na casa do Presente, quando deviam estar, é lógico, uma na casa do Passado e outra na do Futuro. Quanto ao Presente – ah! – esse nunca está em casa.

Valter: -Qual o tipo de saudade mais dolorida?
Quintana: -A saudade que dói mais fundo (e irremediavelmente) é a saudade que temos de nós.(...).

Valter: -Como você se relaciona com o livro?
Quintana: -O livro traz a vantagem de a gente poder estar só e ao mesmo tempo acompanhado. Há duas espécies de livros: uns que os leitores esgotam outros que esgotam os leitores.

Valter: -Você já alguma vez releu seus livros?
Quintana: -Nunca me releio... Tenho um medo enorme de me influenciar. É verdadeiramente catastrófico quando um autor se transforma no seu discípulo.

Valter: -Há escritores que procuram ser coerentes em todas as suas obras. Você tem essa preocupação?
Quintana: -Um autor que nunca se contradiz deve estar mentindo.

Valter: -O que é o sonho?
Quintana: -Sonhar é acordar-se para dentro.

Valter: -Você, alguma vez, já sentiu remorso?
Quintana: -Há noites em que não posso dormir de remorsos por tudo o que deixei de cometer...

Valter: -Quais as expressões humanas que demonstram autêntica sinceridade.
Quintana: -Os sorrisos mais sinceros são os sorrisos dos desdentados.

Valter: -Qual a palavra que denomina melhor o agrupamento humano.
Quintana: -Nós. O pronome do rebanho.

Valter: -Como você entende a criação do mundo?
Quintana: -Se antes era o Nada, como poderia haver Alguém para tirar dele o mundo?



*:texto editado.
















● Imagens... Vintage.














● Uma visão de Arte.
    Uma fotografia de... Marcel Gautherot (1910-1996).
    A Arte de fotografar o Brasil. E, de sua diversidade.

Século XX. Anos trinta.
Em Paris um jovem estudante desiste de ser arquiteto.
Resolve ser fotografo.
É surpreendido com a publicação do livro “Jubiabá” (1935).
Um romance de autoria do escritor, brasileiro, Jorge Amado
onde registrava o cotidiano das classes populares na
cidade de Salvador (Bahia).
Da surpresa do ‘novo mundo’. Decide vir para o Brasil (1939).
Aqui viveu e trabalhou durante 57 anos no Rio de Janeiro.
Fazendo parte dos circulo de intelectuais ligados ao movimento modernista.
Começa sua vida profissional fazendo fotografias para famosa
revista ‘O Cruzeiro’.
Principal revista ilustrada brasileira da primeira metade do século XX
(deixou de circular em julho de 1975).
Era um espaço que estabelecia uma nova linguagem na imprensa
(grandes reportagens, inovações gráficas, fotojornalismo).
Ali estava Marcel Gautherot.
Acredita-se que ele, junto com Pierre Verger.
Deva ser um dos alicerces da histórica e secular ponte cultural,
entre França e o Brasil.
Tempos atrás este espaço virtual publicou algumas de suas criações.
Hoje. Retorna-se à Arte de Marcel Gautherot.
Hoje. Em tempos difíceis para nação brasileira.
Retornar as suas criações é um alento.























































● Gente... do planeta.


(Pataxó, Pará. Brasil - Foto: Fernando Paoliello).














                                             Acredite ...



 Ninguém nasce odiando outra pessoa. 
Pela cor de sua pele. Por sua origem. 
Por sua religião

                                                       (Mandela).











                                                                Evolução ....




























O fim da arte.
(como meio de conhecimento).

("Ronda Noturna", Rembrandt . Museu: Amsterdã, Alemanha)


                                                     “ Não temos a capacidade de destilar em palavras as experiências visuais que fazem o belo repousar naquilo que é apreendido pelo olhar. Uma obra de arte é tudo que ela contém: forma, textura, cor, linhas, conceitos, relações etc.
É aquilo que se vê, e o que se diz não corresponde exatamente ao que se vê. Não representa nada como imagem de outra coisa.
E para ler um trabalho de arte é necessário se partir de um modelo (referências, informações…).
Existem códigos a priori (aqueles utilizados pelo artista) e códigos a posteriori (aqueles utilizados pelo espectador).

A virtude da arte é afirmar um conhecimento, propondo instrumentos que seduzem a inteligência. A invenção de uma linguagem é o resultado de um exercício paciente de contemplar outras linguagens. Como todo discurso, é resultado de outros discursos. Exige-se um método.
A arte é o que está além dos limites de tudo o que se considera cultura;
não pode se restringir a um exótico experimento ou aparência da superfície de um trabalho, que fica para trás, como uma coisa vazia no primeiro confronto com o olhar que pensa.

A arte, entendida como meio de conhecimento, hoje em dia, vem cedendo lugar a uma experiência ligada ao lazer e à diversão, que envolve outros profissionais como responsáveis pela sua legitimação: o curador, o empresário patrocinador e organizador de eventos, marchands, profissionais de publicidade, administradores culturais e captadores de recursos.

Com as leis de incentivo à cultura e a presença marcante da iniciativa privada, paradoxalmente, a arte chegou a um limite, o fim da obra, do trabalho ligado a um saber.  (Grifo nosso)

E o artista, nem artesão e nem intelectual, sem dominar qualquer conhecimento, está cada vez mais sujeito ao poder do outro.
As grandes mostras são grandes empreendimentos para atender à indústria do entretenimento (mais empresarial e menos cultural), que movimentam uma quantidade significativa de recursos e envolve um número assustador de atravessadores.
As contradições modernidade/tradição, contemporâneo/moderno neste início de século cede lugar a outra contradição: artistas que pertencem ao métier e artistas estranhos ao métier, inventados por empresários da cultura, cujos trabalhos se prestam para ilustrar uma tese ou teoria imaginária de um suposto intelectual da arte e garantir o retorno do que foi investido pelo patrocinador e pelo comerciante de arte.
Uma mercadoria fácil de investir, sem risco de perda, basta uma boa campanha publicitária.

  O artista pode ser substituído por um ou por outro, a obra é o menos importante.
Aliás, é o que a indústria do marketing tem feito com as mostras dos grandes mestres como Rodin, Manet etc, pouco importa as obras desses artistas e sim o nome e o patrocinador.
A publicidade leva consumidores/espectadores como quem leva a um shopping center. A quantidade de público garante o sucesso. O público é como o turista apressado, carente de lazer cultural que visita os centros históricos com o mesmo apetite de quem entra numa lanchonete para uma alimentação rápida.

Na Sociedade do Espetáculo, conforme batizou Guy Debord, regida pela ética do mercado, o artista sem curador, sem marchand, sem patrocinador, é simplesmente ignorado pelas instituições culturais, raramente é recebido pelo burocrata que dirige a instituição.
Seus projetos são deixados de lado.
Também pudera essas instituições, sem recursos próprios, têm suas programações determinadas pelos patrocinadores. Numa sociedade dominada pelo império do marketing, a realidade e a verdade são mensagens veiculadas pela publicidade que disputa um público cada vez maior e menos exigente. A vida é vivida na especulação da mídia, na pressa da informação.
E neste meio, a arte é uma diversão que se realiza em torno de um escândalo convencional, deixando de lado a possibilidade do pensamento.
O fantasma do “novo”, que norteou a modernidade, foi deslocado para o artista que está começando, pelo menos novo em idade, o artista/atleta, a caça de novos talentos e de experiências de outros campos sociais.
Totens religiosos, a casa do louco, a rebeldia do adolescente…
Tudo é arte, sem exigir de quem faz o conhecimento necessário.
Todo curador quer revelar um jovem talento, como se a arte dispensasse a experiência. Um “novo”, sinônimo de jovem ou de outra coisa que desviada para o meio de arte, funciona como uma coisa “nova”. Um novo sempre igual, a arte é que não interessa. Praticamente trinta anos depois do aparecimento da chamada arte contemporânea no Brasil, recalcada nos anos 70 pelas próprias instituições culturais, um outro contemporâneo surgido nos anos 90 passou a fazer parte do cotidiano dos salões, bienais, do mercado de arte, das grandes mostras oficiais e de iniciativa privada. Uma contemporaneidade sintomática. 
Estamos vivendo um momento em que qualquer experiência cultural (religiosa, sociológica, psicológica) é incorporada ao campo da arte pelo reconhecimento de outro profissional que detém algum poder sobre a cultura (tudo que não se sabe direito o que é, é arte contemporânea).
Como tudo de “novo” na arte já foi feito, o inconsciente moderno presente na arte contemporânea implora um “novo” e nesta busca insaciável do “novo”, experiências de outros campos culturais são inseridos no meio de arte como uma novidade. Deixando a arte de ser um saber específico para ser um divertimento ou um acessório cultural. Neste contexto, o regional, o exótico produzido fora dos grandes centros entra na história da arte contemporânea.
Nos anos 80, foi o retorno da pintura, o reencontro do artista com a emoção e o prazer de pintar. Um prazer e uma emoção solicitados pelo mercado em reação a um suposto hermetismo das linguagens conceituais que marcaram a década de 70. Acabou fazendo de a arte contemporânea um fazer subjetivo, acessório psicológico ou sociológico.
Troca-se de suporte nos anos 90 com o predomínio da tridimensionalidade: escultura, objeto, instalação, performance etc., mas a arte não retomou a razão.
Na barbárie da informação e da globalização, estamos assistindo ao descrédito das instituições culturais e da dissolução dos critérios de reconhecimento de um trabalho de arte.
Tudo é tão apressado que acaba no dia seguinte, os artistas vão sendo substituídos com o passar da moda, ficam os empresários culturais e sua equipe.
Uma corrida exacerbada atrás de uma “novidade”, que não há tempo para se construir uma linguagem. O chamado “novo” é a experimentação descartável que não chega a construir uma linguagem elaborada, mesmo assim, é festejado por uma crítica que tem como critério de julgamento interesses pessoais e institucionais.
A arte pode ser qualquer coisa, mas não são todos os fenômenos ditos culturais, principalmente os que são gerados à sombra de uma ausência de conhecimento. ”

*: Texto criado pelo artista plástico, poeta e
                                       arquiteto brasileiro Almandrade.



Fonte do texto: http://zonacurva.com.br/















● A Arte... As esculturas urbanas.

("Jardins de Ada Hofman". Loozen Holanda).














● Uma visão de Arte... e a rua.

(Criação: Zed. Miami, EUA)













                      A Arte do russo (de Kourgan) ... Alexander Sulimov (1963)

“Suas expressões são sempre coloridas e cheias de símbolos
e mais parecem tomadas de filmes com cenas inteiras
                                   e bem formuladas.
As cores são em tons terrosos, mas sempre com 
                                      um brilho especial
e dinâmico, sim as tintas transmitem esse dinamismo.
Sua experiência no teatro de marionetes 
com certeza lha deu essa incrível habilidade 
                    com sua criatividade para a pintura.”
                                                                 (http://www.magriniartes.com.br/2014/).



























● Uma visão de Arte. Uma fotografia de...  Alex Manchev.

                                    “ As crianças têm sonhos. Sonhos que de alguma forma os mantenham acreditando em maravilhas. Maravilhas que os ajudam a superar a dura corrida com a maturidade. Maturidade que é inevitável e é uma questão de tempo. Tempo bem gasto até o momento da idade adulta se aproximar. (...). Menino que queria capturar a beleza do mundo ao seu redor através das lentes de sua câmera. O tempo passou e sua visão de beleza evoluiu. Curvas, o símbolo da natureza e a reconciliação. Um contorno que descreve a delicadeza do corpo feminino. (...).
A mulher.
(...).Para capturar a selvageria do arco feminino e confessar sua alma limpa.
A sociedade não conhece a maravilha chamada nudez. É vergonhoso revelar um pedaço de auto história que deixou uma marca na sua pele. Desgraça, indignação, dor. Dogmas e estereótipos. Percepção comum de uma sociedade desejo de admirações à deusa da criação. Um momento antecipado no tempo. (...) ”. (http://monovisions.com/). 





















       Arte. Alimento da alma.

                                                              (Luisella Zuccotti 1950).

                           “ Não tem muito tempo que a Humanidade está ampliando o conhecimento sobre as Artes de um modo geral. Antigamente a Arte era tida apenas como expressão de uma capacidade especial do ser-humano. Os artistas eram aqueles que estavam mais longe do mundo real, das coisas “realmente importantes”. No entanto o trabalho era admirado, porque a beleza sempre foi motivo de admiração e fascínio. (...).
Nesse ponto começamos a entender a Arte como mais que a capacidade de produzir beleza.
Começamos a entender que a Arte, por ser uma criação mais emocional que intelectual, tem um poder de fascínio diferente de outras criações do ser-humano, onde apenas o intelecto contribui.
A Arte é uma Criação Emocional, é a expressão daquela nossa parte que é única, individual. No entanto, essa nossa parte única não é e nunca foi diferente de todas as outras. Temos afins. Seres humanos que também são únicos, mas que, por diversos motivos, se afinizam* à nós, e por isso mesmo são tocados pela nossa capacidade “Criativa-Emocional”, ou seja, pela nossa Arte.
Todo artista, portanto, tem um público. Quanto mais emocional ele for, mais ele produz fascínio, mais ele consegue penetrar na alma de seus afins, mais ‘energia emocional’ ele gera.
Podemos então dizer que o Artista é como um gerador de energia emocional, alguém que produz ‘matéria mental impregnada de emoção’. (grifo nosso).
Aqueles que entram em contato com sua arte, portanto, consomem a sua produção, se ligam ao seu gerador de energia, alimentando-se dela.
Com isso entendemos que a Arte é mais que expressão de beleza, ela é também ‘alimento mental e emocional’, tal como o arroz e feijão são alimentos físicos. (...).

Que Arte. Estou consumindo?

Toda Arte é saudável e faz bem ao meu emocional e ao meu psiquismo?
Tal como nem todo alimento material faz bem ao nosso corpo físico, nem toda Arte faz bem para nossa mente e emoção. Por quê? Por diversos motivos, com todos eles começando pela matéria-prima, em outras palavras, pelas emoções do artista. (...).
Deveríamos ser mais seletivos com a Arte que consumimos, tanto quanto o somos com os alimentos que comemos. (...).
Qual o preço do seu bem-estar emocional e psíquico?
Ele vale menos que uma música, um artesanato, um livro ou um filme?
Essa é a pergunta que devemos nos fazer sempre.
Quando estivermos consumindo Arte.

Texto de Luciana Luz in http://www.estilotex.com.br/ (editado).


*: Termo muito usado nos espaços religiosos Alan Kardecistas.

Equivalente a: conexão, conformidade, relação, semelhança.